Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio

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Zusammenfassung der Episode

O episódio apresenta uma análise crítica da diplomacia portuguesa, focando na atuação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e nas posições sobre Ceuta perante a União Europeia. O debate aborda também o crescimento da extrema-direita na Europa, com particular atenção ao cenário alemão. A discussão estende-se aos perigos existenciais da inteligência artificial e à velocidade do seu desenvolvimento tecnológico. São explorados os riscos para a humanidade e a intensa competição global entre potências como EUA e China pelo domínio desta tecnologia.

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Highlights

Eu digo que não sei se ele é o pior ministro dos estrangeiros que já tivemos em democracia. mas é alguém que não deixará saudades, seguramente.

00:03:06 · O autor expressa uma opinião severa sobre a relevância e o legado de Paulo Rangel na diplomacia portuguesa.

Há uma espécie de... o impulso coletivo de ser governado por um chefe, um Führer, se quiser, um Caldilho, um Duce, um Salazar, alguém que, como dizia Salazar, dispensa as pessoas de pensarem em política porque o governo pensa nisso e, portanto, os cidadãos não têm que se pensar nisto, ou seja, a morte da democracia.

00:12:38 · O autor reflete sobre o perigo do crescimento de líderes autoritários e o impacto disso na participação democrática dos cidadãos.

A votação entre os de 18 e 45 anos foi a mais alta na extrema-direita. Foi 50%. E, portanto, esses não são os saudosos. Isto é uma geração nova.

00:14:07 · O locutor destaca que o apoio à extrema-direita na Alemanha não vem apenas de pessoas nostálgicas do passado, mas de uma nova geração de jovens.

em dois meses já se fala na extinção da humanidade

00:15:51 · O interlocutor reflete sobre a rapidez com que o debate sobre IA mudou de preocupações intelectuais para ameaças à sobrevivência humana.

o perigo é o contrário a inteligência artificial mandar dele e mandar no planeta todo

00:20:02 · O locutor expressa o temor de que o risco real não seja o controle humano sobre a IA, mas sim a IA exercer domínio sobre os seres humanos.

Folgen

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IA: “Chega de mais evolução tecnológica, por mim parava já”. A “obsessão” do MNE. E os povos que “se calhar não gostam da democracia”

O episódio apresenta uma análise crítica da diplomacia portuguesa, focando na atuação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e nas posições sobre Ceuta perante a União Europeia. O debate aborda também o crescimento da extrema-direita na Europa, com particular atenção ao cenário alemão. A discussão estende-se aos perigos existenciais da inteligência artificial e à velocidade do seu desenvolvimento tecnológico. São explorados os riscos para a humanidade e a intensa competição global entre potências como EUA e China pelo domínio desta tecnologia.

18 Sep. 2026
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Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC

Neste episódio, Mário Soares reflete sobre o processo de descolonização de Portugal após o 25 de Abril, defendendo a independência como uma necessidade inevitável perante a postura da ditadura. O debate aborda também as tensões do período revolucionário e a importância da manutenção da democracia para evitar a hegemonia comunista. O entrevistado discute ainda os desafios políticos no pós-revolução, o seu papel na estabilização do país e as suas críticas ao 'cavaquismo'. Soares encerra com uma análise sobre a sua trajetória política, admitindo erros cometidos e expressando preocupações com o futuro económico de Portugal e o cenário global.

11 Sep. 2026
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“Nunca vi tamanha perseguição como se está a passar com Luís Neves”. A defesa apesar da critica: a resposta do MAI “tem sido um desastre”

O cronista Miguel Souza Tavares analisa a polémica em torno do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, criticando a perseguição mediática e abordando as falhas no sistema de ensino público português e o seu impacto na mobilidade social. O episódio explora também as consequências das greves docentes, a crise de solidariedade na União Europeia face às tensões geopolíticas entre Espanha, Israel e Rússia, e o impasse no SNS português devido às novas regras de pagamento de cirurgias.

03 Sep. 2026
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Sugestão de Verão: Ricardo Paes Mamede e política industrial, o tabu que voltou ao centro do debate económico

Este episódio explora a reabilitação da política industrial como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento económico, abordando as suas causas geopolíticas, climáticas e a necessidade de transformação das estruturas produtivas. Através de uma análise comparativa entre modelos de sucesso, como os Estados Unidos, Coreia do Sul e China, e os desafios enfrentados por Portugal e pela União Europeia, discute-se o papel fundamental do Estado na coordenação de investimentos e na redução da incerteza. A discussão aprofunda a distinção entre políticas horizontais e direcionais, criticando a ideia de neutralidade absoluta e enfatizando a importância de uma administração pública competente e capaz de fomentar ecossistemas de inovação. O debate aborda ainda os riscos da dependência de setores de baixo valor acrescentado e a necessidade de um projeto nacional que equilibre a integração europeia com a soberania económica e o desenvolvimento de capacidades tecnológicas.

26 Aug. 2026
220-

Comissão Política. Sherlock Montenegro confia ou desconfia de Luís Neves?

O episódio debate a auditoria à gestão de Luís Neves na Polícia Judiciária e as suas implicações políticas, questionando se a iniciativa visa proteger a instituição ou esvaziar a Comissão Parlamentar de Inquérito. Discute-se também o impacto das polémicas éticas no Ministro da Administração Interna e a postura do Primeiro-Ministro Luís Montenegro. A discussão aborda ainda o silêncio do Presidente da República perante crises éticas governativas e as estratégias de comunicação política. O episódio encerra com um momento mais leve, partilhando memórias pessoais, planos de férias e recomendações culturais.

11 Aug. 2026