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Lia Gama: “Era uma criança muito solitária e brincava sozinha. Ia para a marquise, sentava-me com os pés numa cadeira e fazia diálogos, personagens. Não queria ser atriz, queria ser artista”
GehörtEpisódio ao vivo no NOS Alive com Vitorino: “O Júlio Isidro pôs a ‘menina à janela’ e graças a si de lá ela nunca mais saiu”
GehörtCucha Carvalheiro: “A minha mãe era muito católica, embora o meu pai fosse ateu. Zangou-se com a Igreja porque o padre não quis batizar uns dos meus primos negros. Portugal era assim”
Gehört“GTA”, com Diogo Piçarra e João ‘Retro Raider’ Mateus. Oiça aqui a estreia do Geração Gamer
GehörtMário Cláudio: “Portugal continua a ser pequenino. A geração mais velha e a mais nova não se conciliam e as pessoas não são frontais, talvez por motivos históricos. O português tem capacidade de luta, mas não afronta o adversário”
GehörtOs videojogos são memórias, histórias e cultura. Quais os jogos que nos unem? Oiça aqui o trailer de “Geração Gamer”, o novo podcast da SIC Notícias
GehörtMaria do Céu Guerra: "Na minha família chamavam-me uma “Grande cenoura do Teatro português” porque tinha o cabelo arruivado"
GehörtFernando Tordo: “O amanhã logo se vê. Quando acordo de manhã digo ‘Bestial, mais um dia’”
GehörtUma conversa nostálgica sobre a trajetória de Fernando Tordo, explorando desde as suas memórias de infância em Alvalade e a ascensão do rock em Portugal até momentos cruciais da sua carreira musical. O episódio aborda a sua participação no Festival da Canção, a influência das guitarras Fender e o impacto do 25 de Abril na fundação da editora Toma Lá Disco. O diálogo percorre também as vivências do convidado no Brasil e nos Açores, a sua relação com a pintura como refúgio artístico e o legado da sua família, encerrando com uma reflexão sobre a importância de viver o presente.
Gracinda Candeias: "Era uma coisa louca. Eu dava-me loucamente à arte e à pintura. Paguei com a saúde, mas também nunca casei, nem fui mãe"
GehörtNeste episódio, Gracinda Candeias relembra as suas raízes em Angola e a influência das cores e rituais africanos na sua formação artística, abordando também o choque cultural da sua transição para Portugal e a sua postura contestatária nos anos 60. A artista detalha a sua trajetória profissional, desde as influências de mestres como Picasso e Toulouse-Lautrec até à sua incursão pelo teatro, performance e body art. Explora ainda a sua experiência em Paris, a conquista do seu ateliê em Lisboa e as suas reflexões sobre o impacto da tecnologia e da inteligência artificial no fazer artístico.
Especial ao vivo Podfest Porto 2026 com Júlio Machado Vaz: “Esta sociedade não nos empurra para envelhecer bem, mas para comprarmos coisas que não nos façam envelhecer. Isto obriga-nos a competir com os mais novos”
GehörtNeste episódio, o convidado partilha memórias da sua infância no Porto, explorando a dinâmica familiar entre a formalidade do pai e a influência da mãe, e como essa criação moldou a sua capacidade de comunicação. A conversa aborda também o medo do declínio cognitivo e as marcas da parentalidade após o divórcio. A discussão evolui para temas profundos sobre saúde mental, abordando a violência nas relações, a evolução da masculinidade e o papel da psiquiatria. Por fim, refletimos sobre o condicionamento social através dos algoritmos e a importância de manter a curiosidade e a atividade intelectual durante o envelhecimento.
José Cid: “Vou desossar a inteligência artificial e transformá-la naquilo que ainda tenho, a inspiração natural”
GehörtIntrodução e Origens de José Cid. Memórias da Infância e Juventude. A Vida em Coimbra e o Início da Carreira Musical. O Legado do Quarteto 1111. Luís Oddington e as origens do Quarteto de 1111. A lenda de Dom Sebastião e o impacto musical. A influência do Jazz e a comparação com a Bossa Nova. O Macaco Costa de Bananas e o sentido de humor. Carreira internacional e as gravações em Londres. Vitórias no Festival da Canção e a Eurovisão. Memórias da Eurovisão e Inês Santos. Encontro com os Tropicalistas em Portugal. Grammys e Reconhecimento Internacional. Solidariedade e Projetos Musicais. Marilyn Monroe e a Canção Pop. A Vida de Cantor e o Próximo Álbum. Espiritualidade e o Deus Endovélico. O culto a Endovélico e a Ibéria pré-romana. Segredos para uma vida saudável e longevidade.
Ana Margarida Magalhães: “Adorei ler 'Os Lusíadas', o que os outros encontraram na matemática eu encontrei nas letras. Fazia cronometragem para perceber se consiga ler mais rápido”
GehörtNeste episódio, Ana Maria Magalhães partilha memórias da sua infância, a influência da leitura e a sua trajetória académica e profissional, desde a licenciatura em Filosofia até à prática da Psicologia e do ensino. A conversa aborda também a sua parceria literária com Isabel Alçada e a criação de histórias para crianças. A entrevista explora reflexões sobre a estrutura narrativa, a condição da mulher e os desafios da educação moderna. Discutem-se temas como o impacto da inteligência artificial no desenvolvimento intelectual, a crescente pressão sobre os professores e a influência das redes sociais na violência juvenil.
Toni: “O amor lá em casa sempre nos foi dado pela mãe, que estava sempre por perto. O amor de mãe fica para a vida e fica até à morte”
GehörtNeste episódio, o ex-futebolista Tony relembra a sua trajetória, desde a infância em Anadia e a importância da educação e da família, até à sua ascensão na Académica e a transferência para o Benfica. Ele aborda os desafios de integrar um meio-campo lendário e as mudanças estruturais no futebol, como a evolução do mercado de transferências e o serviço militar. O convidado partilha ainda a sua transição para a carreira de treinador e adjunto, detalhando experiências internacionais no Irão e o impacto profissional de trabalhar com figuras como Eriksson. Por fim, reflete sobre o custo pessoal da profissão e o sacrifício da vida familiar em prol da carreira no futebol.
Teresa Ricou: “Não quero que o Chapitô seja uma instituição, no dia que acontecer... não sei. Assusta-me. 40 anos depois acredito que ainda é um projeto”
GehörtNeste episódio, Maria Teresa Madeira Recu partilha a sua trajetória de vida e criatividade, desde a infância em África, acompanhando o trabalho do pai na luta contra a lepra, até às suas vivências em Londres e Paris. A conversa explora a sua formação artística e o impacto da cultura pop e do cinema na sua identidade. A narrativa percorre o seu regresso a Portugal após a Revolução de 1974 e a consolidação do Chapitô. A convidada reflete sobre a criação deste projeto cultural, a colaboração com figuras icónicas como o palhaço Luciano e o papel da cultura como elemento de união social ao longo de 45 anos de história.
Coronel Vasco Lourenço: “Não tinha apetência para a farda e era disso que as meninas gostavam, mas o que sempre senti é que tinha tendência natural para liderar”
GehörtVasco Lourenço relembra a sua infância na Lousa, marcada pela pobreza e pela vida rural, detalhando a sua trajetória académica, o seu sucesso no desporto e a sua entrada na Academia Militar. O episódio explora a sua experiência na Guerra Colonial, a evolução da consciência política perante o conflito e a transição da contestação militar para o movimento político que culminou no 25 de Abril. O relato aborda a repressão ao movimento, as prisões e uma reflexão final sobre o estado atual da democracia em Portugal.
Helena Roseta: “O poder é muito importante e muito necessário mas se há abusos podemos assistir a guerras como as de hoje”
GehörtUma conversa nostálgica e reflexiva entre Júlio Isidro e Helena Roseta, que percorre desde as memórias de infância em Lisboa e o rigor da educação familiar até às transformações sociais e políticas de Portugal. O episódio aborda o impacto das cheias de 1967 e a vivência da transição para a democracia no 25 de Abril. A discussão estende-se à trajetória política da entrevistada, abordando a militância no PPD e a crise habitacional contemporânea, analisada sob a ótência de políticas neoliberais e da globalização. O diálogo encerra com reflexões sobre o papel dos contrapoderes e a importância dos laços familiares.
Filipe La Féria: "Enquanto vivi em Londres estive sempre a trabalhar, servi muito à mesa. Era empregado num restaurante onde iam os artistas, aquilo para mim era um sonho"
GehörtNeste episódio, Filipe La Féria relembra a sua trajetória, desde a infância no Alentejo e a formação artística até à experiência em Londres. O convidado partilha os desafios financeiros e pessoais enfrentados para manter o seu teatro, incluindo o esforço para salvar a Casa da Comédia. A conversa explora a gestão da Casa da Comédia, a produção de espetáculos de sucesso como 'Amália' e 'Carmen Miranda', e a importância da criatividade e da tecnologia. La Féria reflete sobre o teatro como um ato de resistência, a responsabilidade perante o público e a necessidade de criar personagens humanas e autênticas.
Lídia Franco: “Pela primeira vez não acredito na minha idade. É mentira eu nao tenho 82 anos! Estava no banho e a rir a pensar sobre isso"
GehörtNeste episódio, a convidada partilha a sua trajetória desde a infância como modelo e bailarina clássica até à sua experiência como apresentadora de televisão em Lisboa. Ela relata o impacto do ambiente político de Portugal, que a levou a fugir para Bruxelas, vivendo como refugiada e enfrentando dificuldades financeiras antes de se dedicar à atuação. A conversa explora ainda as suas reflexões sobre a arte, a importância da verdade no teatro e a sua visão sobre o envelhecimento e a identidade cultural. Através de memórias sobre a juventude, o casamento e a importância da língua portuguesa, a convidada oferece uma perspetiva profunda sobre a preservação da essência artística e histórica.
Adriano Jordão: "O piano apareceu lá em casa porque alguém devia dinheiro ao meu avô em casa e pagou o que devia com o piano e em gabardines"
GehörtNeste episódio, Adriano Jordão partilha memórias profundas da sua infância em Angola, explorando a sua ligação à África, as raízes familiares e a influência da educação recebida pelo seu pai. O diálogo percorre a sua trajetória musical e académica, abordando desde a formação apoiada pela Fundação Gulbenkian até à sua experiência militar durante o 25 de Abril. A conversa estende-se à sua carreira diplomática no Brasil e à gestão cultural, intercalando relatos de encontros com figuras da ópera e reflexões sobre a disciplina na prática musical. O episódio encerra com uma nota filosófica sobre a música, o silêncio e a vida como um espelho do que damos ao mundo.
Rui Pedro Silva na estreia de Geração 2000: “O que é bom no meu tempo é a mudança, é a vontade de mudar”
GehörtO apresentador Manuel Rosa entrevista o ator Rui Pedro Silva, explorando as suas origens em Oliveira do Douro, a infância marcada pelo geocaching e o seu interesse precoce pela psicologia e linguagem corporal. A conversa detalha o início da sua carreira teatral e a transição para Lisboa durante a pandemia, abordando o impacto de produções audiovisuais e o encontro com o ator Ethan Hawke. O episódio percorre ainda a sua vida atual numa residência artística, a sua versatilidade criativa entre a escrita de guiões e a moda, e as reflexões sobre a exposição mediática após o sucesso de novelas como 'A Herança'.
Isabel Ruth: "Quando brincava em criança gostava de ser vendedora de fruta. Gostava das cores, do cheiro, mas nunca tinha pensado ser atriz"
GehörtNeste episódio, Isabel Ruth partilha memórias da sua infância em Tomar e Buarcos, a sua experiência em África e a descoberta da paixão pela dança, que a levou a estudar balé em Londres. A conversa percorre a sua trajetória desde os estudos de dança até ao início da carreira cinematográfica em Portugal com Paulo Rocha, explorando também as suas viagens pela Europa e Ásia e encontros com realizadores como Pasolini e Godard. A entrevista aborda ainda reflexões sobre a maternidade, a espiritualidade e o seu projeto musical recente. Isabel Ruth encerra a conversa discutindo a dualidade entre a vida interior e exterior, culminando com a leitura de um poema que celebra a sua identidade.
Geração 2000: oiça aqui o trailer do novo podcast de Manel Rosa
GehörtManuel Rosa apresenta o podcast Geração 2000, que explora a perspectiva de jovens que cresceram na transição tecnológica do início do século XXI.
Eduardo Barroso: “Depois do pós-guerra estivemos três meses em Goa. Fomos ter com o meu pai, no ano em que houve a invasão, foi nessa altura que o conheci”
GehörtNesta entrevista, o cirurgião Eduardo Barroso partilha memórias profundas da sua infância e juventude, abordando a sua relação com a família, as influências do seu pai médico e momentos marcantes como a viagem à Índia. O convidado relembra o seu percurso escolar, a amizade com Marcelo Rebelo de Sousa e as suas primeiras experiências na medicina. O episódio explora também a sua trajetória profissional, desde as primeiras intervenções cirúrgicas até à sua atuação como comentador desportivo e o impacto da televisão na sua vida familiar. Barroso discute ainda a evolução da medicina em Portugal, a importância do Serviço Nacional de Saúde e o seu legado no campo dos transplantes hepáticos.
Graça Morais: "Cresci a pôr-me em bicos de pés na janela da minha escola para ver a minha mãe à porta a regar o jardim. Às vezes ia a correr buscar a minha merenda e voltava, em crianças andamos sempre a correr e nem sei bem porquê"
GehörtNeste episódio, a pintora Graça de Moraes partilha memórias da sua infância em Trás-os-Montes, explorando como a ligação à natureza, à cultura rural e às raízes transmontanas moldaram a sua obra. A conversa percorre as suas primeiras influências artísticas, a vivência em Moçambique e o despertar da sua vocação através da força das mulheres da sua aldeia. A artista discute também a sua trajetória profissional como ilustradora e artista multidisciplinar, abordando o contexto político da ditadura e a importância do silêncio no seu processo criativo. Graça reflete ainda sobre a carga emocional da sua arte, que retrata o sofrimento humano, e defende a singularidade da expressão humana face ao avanço da inteligência artificial.
Bagão Félix: “Procuro viver a minha velhice de uma forma livre. Não estamos presos ao tempo físico e podemos aproveitar o tempo espiritual. Já não faço fretes nem tenho desculpas”
GehörtNeste episódio, o convidado António José de Castro Magão Félix partilha memórias da sua infância em Ílhavo, explorando a influência da família, a importância da leitura e a ética da simplicidade face ao hiperconsumismo. A conversa aborda reflexões sobre a doutrina social da Igreja, a integridade pessoal e a trajetória política, contrastando a necessidade de autonomia intelectual com a lógica utilitarista moderna. O diálogo percorre ainda a sabedoria e a independência da velhice, as paixões pessoais como a botânica e o desporto, e encerra com uma reflexão profunda sobre a dificuldade de distinguir a verdade da mentira na era das redes sociais e da desinformação.
Alice Vieira: "Quando perguntavam às minhas tias o que faziam as sobrinhas elas falavam da médica e depois da Alice que andava 'naquela vida'. Parecia que andava na má vida"
GehörtNeste episódio, Alice de Jesus partilha memórias da sua infância, a sua experiência em Paris durante o Maio de 68 e o seu regresso a Portugal motivado pelo desejo de lutar pela liberdade. A conversa aborda a sua trajetória como jornalista durante o período da censura, mencionando eventos como as cheias de Lisboa e a visita do Papa Paulo VI, bem como o sucesso internacional das suas obras literárias. A conversa explora ainda a tradução de livros para diversas línguas, a inovação de livros com aromas e reflexões sobre o futuro do jornalismo, a importância da leitura entre os jovens e os impactos da inteligência artificial. Por fim, abordam-se as mudanças climáticas na Ericeira e um relato pessoal de resiliência perante um diagnóstico de saúde.
António Sala: “A primeira coisa que me encantou em Lisboa foram os elétricos, fui pendura dos elétricos e saltar em movimento para fugir do pica bilhetes era uma arte. Não era para todos”
GehörtNeste episódio, António Manuel Sala Mira Gomes partilha memórias da sua infância e a sua transição de um desejo de ser ator para a descoberta da vocação na rádio. O convidado relembra a formação do grupo musical Maranata, o sucesso de temas internacionais e a sua trajetória na televisão e na Rádio Renascença, abordando o impacto da censura no período revolucionário. A conversa explora ainda a carreira de Júlio Isidro na rádio, destacando programas icónicos como 'O Despertar' e 'O Foguete', a evolução da curadoria musical e a importância da humanização da comunicação. O episódio encerra com reflexões sobre projetos literários e a natureza contínua do ato de comunicar.
Maria João Avillez no Geração 40: “Um jornalista é curioso, a curiosidade é um instrumento que se tem ou não se tem. Ser bisbilhoteiro é completamente diferente”
GehörtMaria João Avilés e Júlio Isidro partilham memórias da infância e do início de carreira na televisão, revisitando a trajetória da jornalista desde as primeiras entrevistas políticas até à sua identidade como uma profissional que privilegia a escrita e a curiosidade. A conversa percorre a vida social e cultural de décadas passadas, abordando a liberdade de expressão após o 25 de Abril e o impacto de figuras históricas na sua prática profissional. A entrevista explora o contraste entre a abordagem humanista com artistas e a postura de 'advogada do diabo' perante políticos, incluindo relatos de encontros marcantes com Margaret Thatcher. A conversa encerra com reflexões sobre a identidade política da jornalista, a sua visão sobre o jornalismo contemporâneo e a importância da responsabilidade ética no exercício da comunicação.
Geração 40: oiça aqui o trailer do primeiro podcast original de Júlio Isidro
GehörtO episódio de introdução do podcast Geração 40 explora a trajetória histórica e as transformações sociais desde a década de 1940 até a era da inteligência artificial. O programa contextualiza o impacto da Segunda Guerra Mundial, a neutralidade de Portugal, o período do Estado Novo e a subsequente abertura do país para a Europa e para o mundo digital. Através de relatos e reflexões, o podcast propõe uma viagem no tempo que conecta as memórias de um passado marcado por racionamentos e horizontes fechados com os desafios contemporâneos da tecnologia e da interrogação sobre o poder da inteligência artificial.